Proteção de dados: 5 boas práticas para aplicar na área de TI da empresa

A proteção de dados, gradativamente, deixou de ser uma preocupação meramente operacional e se tornou uma questão estratégica para as empresas. Além disso, está associada com a inovação das companhias e com a busca por mais produtividade e agilidade nos processos internos.

Nesse sentido, é preciso pensar em algumas estratégias voltadas para esse fim. Na atualidade, a segurança se tornou um assunto relevante para órgãos governamentais também, já que estão criando leis a fim de regular essa questão.

Normas como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) chegam para demonstrar a importância de pensar a proteção e desenvolver uma infraestrutura de TI sólida e consistente

Se quiser aprender sobre o assunto e descobrir algumas boas práticas para proteger os dados de sua empresa, acompanhe.

Importância de adotar soluções para melhorar a segurança de dados

Atualmente, os dados se tornaram um verdadeiro ativo para organizações. Muito mais do que um apoio, eles se tornam centrais nas decisões e nos processos internos, o que requer uma nova postura para evitar problemas.

Afinal, a proliferação maior de informações é muito estratégica, mas traz uma série de riscos associados, o que aponta para a importância da segurança e proteção de dados. Se a empresa não se preocupa com a segurança, principalmente de maneira proativa, ela está vulnerável a uma série de situações.

Veja os benefícios

Uma delas é a instabilidade dos sistemas, o que acarreta um inconveniente para funcionários e clientes. Desse modo, a segurança ajuda a evitar essas inconsistências e a garantir maior estabilidade para as atividades internas.

Com menos paradas com o objetivo de solucionar esses incidentes, os processos fluem com maior agilidade, o que resulta em aumento de produtividade.

Uma vez que a TI é basilar para as empresas no mundo das tecnologias digitais, a proteção de dados é essencial de modo a manter a organização devidamente funcional. Assim, a ela se mantém sustentável no mercado.

Se há menos riscos, há menos custos, também, já que a empresa não precisa gastar com correções emergenciais. Ademais, não há necessidade de indenizar colaboradores ou clientes com perda de dados.

Outro fator é a confiança dos clientes, reforçada por esse cuidado com a proteção. Se há maior segurança, os consumidores passarão a confiar mais na companhia, de modo a fazer negócios com ela. Afinal, terão a certeza de que seus dados estão seguros e de que a organização segue as boas práticas.

Isso é o fundamento da fidelização dos clientes e da própria expansão da empresa. Com um público fiel, logo chegam os novos clientes por recomendação. 

Boas práticas para a proteção de dados

Agora, vamos conhecer algumas boas práticas de proteção que precisam se tornar realidade em todas as empresas.

1. Realizar backups periódicos

A primeira dica é: faça backups. As cópias são uma maneira proativa de reforçar a segurança dos dados, ao garantir que eles estejam salvos em mais um local ao mesmo tempo.

Assim, se houver algum incidente que torne as informações inacessíveis, a companhia pode recorrer ao backup como um plano de escape. Essa estratégia ajuda a manter a integridade dos dados e a disponibilidade deles.

Por essa razão, as cópias de segurança devem se tornar uma rotina na sua empresa. Empregue essa abordagem em todos os setores de maneira periódica e organizada para prevenir riscos e consequências maiores.

2. Limitar a autorização de acesso a arquivos e sistemas

Um dos princípios da segurança da informação é o controle de acesso, a confidencialidade dos dados. O termo diz respeito ao gerenciamento da autorização dos profissionais para administrar e modificar certas informações.

É preciso estabelecer que informações confidenciais, mais relevantes e sigilosas, devem ser controladas apenas por líderes e profissionais especialistas. Outra recomendação é que cada setor apenas tenha uma visão sobre as informações referentes a suas atividades.

Isso é crucial para evitar falhas humanas e diminuir a chance de exposição desses dados. É uma forma de garantir um controle mais estrito de quem utiliza as informações, até mesmo, para prestação de contas para entidades superiores.

3. Estabelecer políticas de segurança na empresa

Uma política ampla de proteção não pode faltar em empresas que desejam reforçar essa área. Até porque esse documento vai reunir as principais prescrições, regras e estratégias para abordar a segurança internamente, de modo a alinhar todos os envolvidos.

Ou seja, a partir das políticas, os colaboradores poderão falar a mesma língua e agir de forma a contribuir com a proteção de dados internamente. É fundamental pensar em práticas que devem ser encorajadas, em outras que são proibidas e em abordagens específicas para momentos de emergência.

O documento pode guiar os profissionais sobre o que eles devem fazer quando houver algum incidente, assim como deve conter métodos para recuperação de desastres, ou seja, para colocar as operações em dia novamente depois de algum problema. As políticas também podem apresentar informações sobre o gerenciamento do ciclo de vida dos dados, inclusive, em conformidade com as leis sobre o assunto, como a LGPD.

Por exemplo, uma das regras da LGPD trata de gerenciar os dados apenas enquanto houver necessidade e sempre solicitar por consentimento dos usuários. Com os devidos protocolos padronizando tudo, a empresa consegue estabelecer como fará isso.

4. Manter os aplicativos e sistemas operacionais atualizados

Um dos grandes problemas de muitas empresas, que praticamente abrem as portas para os criminosos, é a falta de atualização dos sistemas. Por não ter uma rotina de atualização, as companhias operam com softwares cheios de brechas e em versões obsoletas, que são exploradas por mal-intencionados.

A importância de manter os softwares atualizados reside no fato de que os fornecedores estão sempre corrigindo falhas e reforçando a segurança em suas aplicações. Assim, é fundamental manter os programas e sistemas operacionais sempre em suas versões atuais para aproveitar esses incrementos e não colocar a estabilidade em risco.

Uma dica interessante para garantir que esse processo seja realizado sem falta é a automação das rotinas de atualização. Com ela, a empresa não precisa empreender um esforço ativo dos funcionários para esse propósito e poderá se manter sempre protegida.

5. Usar sistemas auxiliares

Outra importante recomendação é adotar sistemas para auxiliar na segurança. Entre eles, podemos mencionar os mais poderosos:

  • software antivírus, que oferece uma suíte de recursos, como varreduras automáticas, bloqueio de conteúdo suspeito, monitoramento constante, entre outros;
  • firewall, que estabelece um filtro para a rede e permite apenas o que não é suspeito;
  • sistemas de criptografia, que protegem as senhas e os dados com códigos secretos quase impossíveis de quebrar.

A proteção de dados é uma preocupação que todas as empresas precisam ter atualmente. É fundamental ter eficiência e escolher as melhores abordagens para impulsionar essa tarefa em sua companhia, a fim de obter a redução de custos, o aumento da estabilidade, da produtividade e da agilidade operacional.

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